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BRASIL, Centro-Oeste, GOIANIA, Homem, de 15 a 19 anos, Estudante de Direito
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21/12/2012

 

Natal na Avenida Assis Chateaubriand – Setor Oeste – Goiânia (GO)

Caíram alguns meteoros aqui, mas eu consegui me esconder, e vocês? Deixando as piadinhas de lado, devo dizer que nunca acreditei que a Terra seria devastada em 21 de dezembro de 2012, nem nas outras superstições de fim de mundo. Um dos motivos da minha descrença são as provas já apresentadas pela ciência. Mesmo eu sendo católico e convicto da existência de Deus, preferi acreditar na ciência. Outro motivo, mais reflexivo, diga-se de passagem, é de que o mundo acaba um pouco todos os dias. Cada guerra, cada disputa desleal, cada assassinato, cada crime faz o mundo acabar todos os dias. Claro que esta é uma definição diferente de apocalipse, mas é a minha definição de apocalipse. O apocalipse já começou, há tempos. Alguns dizem que 21/12/2012 é o início de um novo ciclo. Eu espero que seja realmente um novo ciclo. Um ciclo mais humano, humano como nunca foi.

Um Natal muito feliz a todos. Que o espírito do Natal, que é a generosidade e a humanidade, esteja presente em seus corações. Um ano novo marcado por um novo ciclo, de prosperidade, união e paz.



Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 04h03
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MUITO MAIS COMPLEXOS DO QUE EU GOSTARIA

 

Dizem por aí que existem períodos da vida onde nosso subconsciente está muito conectado com o que chamo de nossa consciência titular. Talvez eu esteja neste tal período da vida. Essa maior conexão resulta em muito mais tempo refletindo sobre a vida, muito mais tempo pensando quando sequer a vida agitada de hoje nos permite.

 A reflexão é uma dádiva do ser humano, não há como negar isso. Muitos aspectos da nossa existência são estritamente objetivos, não desperdiço mais do que uma fração de segundo para tais aspectos. Outros aspectos não são tão objetivos assim. Para tomar a “decisão certa” nem sempre uma hora inteira é tempo suficiente para decidir, que dirá uma fração de segundo.

A vida de quem mora no meio urbano é controlada pelo tempo. Hora de acordar, hora de tomar banho, hora de almoçar, hora de trabalhar, hora de estudar. Percebi que o relógio controla meu tempo de reflexão. Ultimamente este tempo de reflexão tem sido o caminho que faço todos os dias da minha casa até a faculdade.

Andando pela Avenida T-63, uma parte de mim está fixada na avenida, reta até perder de vista, a outra parte está reclusa em seus pensamentos. O semáforo amarela, meu pé se move automaticamente para o freio. O semáforo fica vermelho, volto para a primeira marcha. Com o carro parado, esperando o sinal verde, percebo que alguns pensamentos foram longe demais. O sinal abre e acelero meio rápido, como se eu quisesse largar os pensamentos ali mesmo, naquele cruzamento.

Os pensamentos são muito mais complexos do que eu gostaria. Não estão arrumados como meus livros. Aperto mais o acelerador, deixando a T-63 voar embaixo dos meus pneus.



Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 00h13
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DE VOLTA

Pois bem, depois de um longo tempo sem escrever, cá estou de volta. Este período que me ausentei do blog, quase dez meses, vivi muitas coisas novas que compartilharei aqui. Agradeço, especialmente, uma grande amiga, Caroline Cunha, que inconscientemente me estimulou a voltar a escrever. Ela criou um blog onde ela publica todas as suas reflexões [Blog Baluarte, cujo link está na coluna do lado esquerdo].

Muita gente me pergunta o significado de “iSatélite”. Não, não sou um fã da Apple ou do programa iCarly da Nickelodeon. Escolhi este nome porque este é meu satélite particular, um satélite onde posso emitir o sinal que eu quiser.

Em resumo, aprendi uma coisa muito importante nesses dez meses de ausência. Descobri que o verso “Se 2012 é realmente o fim do mundo, eu vou aproveitar, eu vou curtir cada segundo”, do tema do Caldas Country Show se prova verdadeiro, mesmo que eu não acredite no fim do mundo.

Até o próximo post, que não será daqui a dez meses como da última vez...



Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 18h32
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A PROFECIA DE GEORGE ORWELL

 

George Orwell, em sua obra intitulada “1984”, fala sobre a chamada “sociedade do controle” que vem se construindo desde o início do século XX. No livro, o autor descreve que chegará o dia em que a humanidade sentirá a necessidade de ser monitorada. O livro foi escrito no ano de 1948, no início da Guerra Fria. Este dia chegou há tempos. Sim, há tempos. Vamos examinar dois exemplos clássicos: as redes sociais e os reality-shows. Hoje, o Facebook possui mais de 500 milhões de usuários. As pessoas sentem necessidade de fazem check-ins no Facebook para dizer em quais lugares foram, tiram fotos de momentos particulares e publicam na rede. O particular não existe mais. Pode-se conhecer muito de uma pessoa apenas analisando sua conduta no Facebook, embora a análise não seja totalmente confiável, pois muitas pessoas nas redes sociais querem passar uma imagem que não é real. E não é só a necessidade de serem monitoradas, há também a necessidade de controlar. O Big Brother Brasil é um exemplo disso. As pessoas têm prazer de observar o comportamento humano em uma casa isolada e decidir o que acontecerá com essas pessoas. O livro de Orwell, na época de sua publicação, era um livro do futuro. Hoje, é um livro extremamente atual. Orwell não viveu para ver que sua profecia se cumpriu, pois faleceu em 1950 – um ano após a publicação de “1984”. 

Abaixo uma imagem do túmulo de George Orwell, nascido Eric Arthur Blair, com os dizeres: “Aqui jaz Eric Arthur Blair, nascido em 25 de junho de 1903, falecido em 21 de janeiro de 1950”. Nenhuma menção ao pseudônimo “George Orwell” é feita. O túmulo se encontra no cemitério All Saints Churchyard, em Oxfordshire, sudoeste da Inglaterra. 

PS.: No iSatélite sua opinião é valorizada. Envie suas sugestões, opiniões, elogios e críticas para o e-mail isatelite@uol.com.br ou através de comentários na postagem. Siga @BrenoAmaral_br no Twitter.



Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 15h47
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BANCOS: UM MAL NECESSÁRIO

Não. O autor deste blog não sofreu nenhum estresse com sua conta bancária, se é isso que você está pensando. Acontece que, hoje, 14 de fevereiro, que é inclusive meu aniversário, abri minha primeira conta universitária. Não vou dizer em qual banco, mas imagino que todos os alunos da Faculdade de Ciências Jurídicas e Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica de Goiás saibam qual é o banco que estou falando. Durante o tempo em que fiquei esperando a gerente chegar, li alguns folhetos de propaganda do referido banco. O slogan “Valorizando idéias por uma vida melhor” chamou-me a atenção. Depois de escutar vários amigos e familiares falando dos inúmeros problemas que tiveram com bancos, fiquei pensando no que eu estava fazendo naquela agência. A gerente logo chegou toda sorrisos e covinhas para me atender. Me mostrou as vantagens de se abrir conta naquele banco, falou no que eu ganharia através da associação do banco com a PUC Goiás, me deu uma dez folhas para assinar. Lembrei no que o professor de Introdução ao Estudo do Direito disse na primeira semana de aula. “Nunca assine um contrato sem ler”, disse ele. Passei os olhos em cada cláusula e assinei. A gerente continuou falando das vantagens daquele banco. “E as desvantagens?”, perguntei acidamente. Ela apenas deu um sorriso amarelo e baixou a cabeça. Aquele sorriso amarelo respondeu muita coisa. Pelo visto, terei de descobrir sozinho quais são as desvantagens. Tomara que sejam poucas. É de conhecimento geral que de todos os interesses dos bancos, a valorização do cliente seja o menor deles.  

 

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Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 17h24
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MINHAS FÉRIAS

Esse título me causa nostalgia igual rever “Esqueceram de Mim” na Sessão da Tarde. Foram tantas vezes que a professora do Ensino Fundamental me mandou escrever redação com esse tema que me senti na obrigação de escrever um post com esse título para este início de ano. Uma das melhores partes das férias é o quanto esse assunto dura, ficamos mais ou menos até março contando de nossas férias. Interessante, também, é ver que quase nenhuma das expectativas de férias é concretizada. Por exemplo, se você espera ir para uma praia cheia de gente famosa, se contente com uma praia com público mais feio que bater em mãe. Se você espera que a visita ao primo que mora no interior seja um filme ambientado em Las Vegas, contente-se com boteco de esquina, mesas de lata e pit-dog’s. As férias podem não ter sido o que nós todos esperávamos, mas como o melhor das férias é sair da rotina, valeu a pena. As minhas férias incluíram clubes de esquina com mesas de lata em cidade de interior, mas valeu a pena. O importante é que agora tem muitas histórias pra contar. Se em suas férias não aconteceu nada interessante, experimente largar essa porcaria de computador um pouquinho e saia um pouco de casa.

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Uma foto que ilustra o que digo. Mesas de lata, entenderam?



Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 17h01
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DOIS LADOS DA EVOLUÇÃO

Esse texto faz parte do quadro “Vale a Pena Ler de Novo iSatélite”. Já foi publicado no dia 7 de fevereiro de 2010.

Ao invés de falar de coisas inúteis e engraçadas que acontecem sempre no nosso cotidiano, vim chamar a atenção para um fato que o mundo está cansado de ouvir, mas não faz P0##@ nenhuma. É a grande desigualdade social, que assola o nosso país. Não sou socialista de maneira alguma, acho que se alguém é rico, ele fez por merecer e por seu esforço. Mas fico extremamente abismado com o que acontece no mundo inteiro. Há ajuda para os necessitados? Sim, há, mas é insuficiente ou momentânea. Como “momentânea”? Vejamos um exemplo: O terremoto no Haiti; o Haiti é e sempre foi o país mais pobre da América; só houve mobilização mundial quando ocorreu o terremoto e muitos países ajudaram mais pra ficar “bem na fita” do que por solidariedade. Mas não é preciso viajar muito longe por enxergar isso, você pode enxergar até mesmo no shopping elitizado aonde você faz compras. Uma vez, eu estava passeando no shopping com um amigo meu e vimos uma cena lamentável na praça de alimentação. Um menino de uns 12 anos estava pedindo esmolas de mesa em mesa e muita gente o encarava como um exemplo de sujeira e desleixo. Mais tarde, um guarda do shopping chega e o ameaça com um cassetete. Situação lamentável, até perdi minha fome. Não lugar para um menino como ele em Goiânia ou até em algumas outras capitais, pois não há ONG’s por a pobreza ser a menoria da população. Ainda há a grosseria das pessoas, refiro-me ao guarda. Ora, custava se o guarda tivesse pedido com gentileza para que o menino não pedisse esmola dentro do shopping? O mundo não precisa de gente nojenta e mal-educada, o mundo precisa de solidariedade e de gente que encara o outro como alguém com sentimentos tão sutis como os seus.

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Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 16h18
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ESSE TAL DE TERCEIRO ANO

Ultimamente o iSatélite tem estado nessa situação de abandono. Resolvi a limpar as teias de aranha do blog e escrever sobre o que é o famoso “terceirão”. Não é querendo ser dramático nem nada, mas a palavra que descreve o 3º é “estresse”. Os professores simplesmente esfregam nossos narizes na pedra de amolar faca que fica em carne viva. A carga de trabalhos é alta e os pais continuam com aquele pensamento de que os problemas deles são piores do que os nossos, continuam com aquele pensamento de que estudar é fácil igual era lá em mil setecentos e guaraná-de-rolha. Tem alguns pais mais compreensivos... ou não. Haverá um momento em que a vontade é de largar tudo e dizer “foda-se” pra vida. Momento que ocorre mais comumente nos meses de maio e setembro. O 3º ano é ruim? É, mas eu pensava que seria pior. Já escutei muita coisa mais escabrosa sobre o 3º, mas acredite, ninguém morre por fazer o 3º. Fique calmo, você não vai morrer quando chegar a hora de fazer o terceirão. Estou escrevendo esse texto na hora do intervalo, é melhor eu parar por aqui. O professor está entrando na sala e eu não duvido nada que ele carregue uma faca escondida para esfaquear alunos que fazem outras coisas durante a aula dele.




Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 16h35
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O DISCURSO DO REI – UMA “COMÉDIA” BASEADA EM FATOS REAIS

 

Que a vida de um estudante é uma grande merda, todos já sabem. Aula e sete provas em pleno sábado de carnaval nos impede de viajar e curtir o feriadão. Ontem, fui assistir o filme “O Discurso do Rei” sobre o qual recebi excelentes indicações de amigos cinéfilos.

O filme narra a história do rei George VI, pai da atual rainha Elizabeth II do Reino Unido, e sua ascensão ao trono, com a morte de seu pai, rei George V, e a renúncia do irmão mais velho, rei Eduardo VIII. O rei tinha problemas de fala e gaguejava. Sua esposa, Elizabeth, a Rainha-Mãe, mandou o marido se tratar com um terapeuta da fala plebeu, chamado Lionel Logue.

A história do filme gira em torno da relação de George VI e Lionel, mas fatos históricos são mostrados no filme, como a ascensão do nazista Adolf Hitler e o início da Segunda Guerra Mundial. O longa é bastante interessante no quesito histórico, além de provocar risos, principalmente nas cenas das sessões de tratamento de Logue e a arrogância do novo rei. As premiações para este filme foram, na minha opinião, muito justas e bem baseadas.

O filme é vencedor de quatro prêmios do Oscar neste ano, nas categorias de Melhor filme, melhor diretor (Tom Hooper), melhor ator (Colin Firth, que interpeta o rei George VI) e melhor roteiro (David Seidler). Da mesma forma que recebi excelentes indicações deste filme, indico este filme para vocês, leitores e amantes de cinema.

 

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Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 16h07
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PUBLICIDADE E PROPAGANDA DE OURO?


O ser humano tem uma necessidade extrema de mostrar quando obtêm sucesso no que fazem. Isso não é psicologia barata, tampouco foi retirado de livros de auto-ajuda. Mas é verdade. Acontece inclusive nas três esferas do Governo. Em Goiânia, por exemplo, no intervalo da novela das sete da Globo, a prefeitura divulga uma propaganda sobre as últimas ações, desde a poda de árvores a lançamento de programa de asfaltamento. Também são mostradas propagandas do governo estadual, as últimas falaram da Ferrovia Norte-Sul e sobre as obras do Centro Cultural Oscar Niemeyer. Mas as propagandas mais intrigantes e, de fato, onerosas são as do Governo Federal. O slogan “Brasil, um país de todos” é mostrado pelo menos duas vezes por dia num mesmo canal. Você deve estar pensando: “Tudo bem, pelo menos o governo está nos informando o que está fazendo”. Sim, mas o excesso de propaganda governamental é tão grande que a verba liberada para publicidade do governo supera a verba liberada para ajudar as vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro. Sim, tem gente que não tem acesso a uma escova e pasta de dentes por ocorrência de desastres enquanto o governo fica fazendo propaganda. Até quando o governo irá tentar nos enganar dessa maneira? Enquanto a massa popular brasileira trabalha para garantir seu sustento e sua aposentadoria miserável, os políticos estão recebendo 15º salário, auxílio-transporte, auxílio-avião, auxílio-moradia, auxílio-terno e jogam milhões de reais no ralo.

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Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 15h52
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A LAVAGEM CEREBRAL DA TV BRASILEIRA ABERTA

 

Iniciou-se mais um ano. A programação da TV está indo de mal a pior. Muitos brasileiros são obrigados à assistir aos limitados canais da televisão aberta. Ainda bem que a televisão por assinatura está mais acessível. Quem nunca ouviu a promoção “Sky por 69,90”? Na liderança está a 4ª maior emissora do mundo, depois vem a emissora que cresceu utilizando da palavra de Deus e em terceiro, a emissora “à beira da falência”. Há duas semanas começou o Big Baixaria Brasil, antigo Big Brother Brasil, liderado pelo autoritário Boninho e pelo ex-jornalista culto Pedro Bial. Quando aconteceu a estréia do reality-show, em 2002, eu tinha apenas oito anos. Eu assistia escondido, meus pais não deixaram eu assistir até completar onze anos. Mas é visível a mudança da diretriz do programa, antigamente a moral era preocupação de todos, hoje o programa precisa de mandados do Ministério Público para conter-se nas baixarias. Mais lamentável que isso é seu apresentador, que considero um ídolo. Pedro Bial é um excelente escritor e jornalista, mas infelizmente se contenta em apresentar um programa de pouco ou nenhum calibre. Espero realmente que o Big Baixaria Brasil se torne Big Brother Brasil novamente. Sei que muitos estão me chamando neste momento de “quadrado”, “velho” ou careta, mas pergunto aos que dizem isso: “Vocês fariam aqui fora o que os participantes fazem na casa?” A casa que, ironicamente, Bial descreve como a “vida real” e “lar de heróis”.

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Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 14h19
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OS BOCAS-NERVOSAS

 

Esse texto faz parte do quadro “Vale a Pena Ler de Novo iSatélite” Já foi publicado dia 17 de fevereiro de 2010.

 

Vim para falar de um problema crônico e, por vezes, até cômico. Sim, os bocas-nervosas que sempre pedem nosso lanche. Os que pensam que sou egoísta ou algo assim, peço que não falem do que não entendem. Segunda-feira de manhã você compra um sanduíche na cantina do colégio ou da faculdade e sempre vem aquela AMEBA que fala: “Dá um teco?” e você, extremamente educado, não nega e oferece o sanduíche para um cara que você desconfia que nunca entrou debaixo de um chuveiro. Há também os menos atrevidos, que ficam secando seu lanche com o olhar até você oferecer um pedaço para ele. No trabalho, segundo me conta minha mãe, é mais complicado ainda. Minha mãe levava um suco e guardava na geladeira do escritório, logo depois vinha um e tomava o suco todo sem ela saber. Ela tomou uma medida radical, colava uma etiqueta escrita “Remédio” para ninguém tomar seu suco. Havia, segundo ela, alguns mais folgados ainda, que abriam a tampinha de papel alumínio do iogurte, tomavam um pouquinho e fechavam novamente. Um primo meu me conta que, quando ele morava em república estudantil, os colegas de quarto também comiam seus lanches. Nunca mais fizeram isso depois que meu primo colocou laxante (tipo Lactopurga) em um suco de maracujá e todos os colegas dele foram parar no hospital.

Um recado para as bocas-nervosas: Não peça lanche de qualquer um. Muitas vezes é grosseiro e até anti-higiênico. Pode até ser perigoso, como no caso do meu primo.



Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 15h34
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RÁDIO ZONE ESTÁ DE VOLTA

 

Hoje, dia 1º de outubro, cá estava eu olhando minha pasta de “Favoritos” e cliquei no link da Rádio Zone. Tive uma surpresa! A Rádio Zone está de volta depois de quase um ano desativada! Infelizmente acessei no domingo à noite, ou seja, não tinha nenhum locutor no ar. Mas mesmo assim fiquei imensamente feliz. Para quem não conhece, a Rádio Zone é uma web-rádio brasileira muito ouvida, seus programas são conhecidos por serem engraçados, não possuem muita propaganda e tocam várias músicas bastante atuais. A rádio foi fundada em 2006 por Aloam Gueiros e mais um grupo de amigos (não são citados, mas não deixam de serem muito importantes) e o sucesso foi além das fronteiras brasileiras. Ainda está ocorrendo alguns problemas na transmissão de áudio, mas imagino que logo, logo, este problema será solucionado. Que a volta desse sucesso seja bombástica e que a Rádio seja cada vez mais ouvida entre todos os brasileiros.

 

Acesse a Rádio Zone: http://www.radiozone.com.br/

 

Logo escreverei sobre o FutClube, um outro projeto de Aloam Gueiros. Aguarde!

 

NOVIDADE: Para recuperar o acervo do iSatélite que foi deletado, começará a partir dessa semana o quadro “Vale a Pena Ler de Novo iSatélite”, onde textos antigos serão reprisados. Fiquem conectados ao iSatélite!

 

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Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 20h25
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CORRUPÇÃO ATÉ NO CINEMA BRASILEIRO?

 

Olá, meus caros leitores. Sejam bem-vindos de volta ao “iSatélite”!!!

Será possível que, além de assistirmos bastante esses episódios de corrupção em Brasília, há corrupção até mesmo no cinema brasileiro?

O cinema brasileiro tem crescido num ritmo surpreendente nos últimos dez anos. Nossos filmes têm vencido festivais de cinema bastante reconhecidos no mundo, como Cannes, Veneza e Berlim. Mas depois da última mancada da ANCINE (Agência Nacional de Cinema), a indústria cinematográfica brasileira sofreu um retrocesso de mais vinte anos. Refiro-me à escolha do filme “Lula, O Filho do Brasil” para representar o cinema brasileiro na disputa pelo Oscar.

Vale lembrar que o filme que homenageia o presidente foi um dos maiores fracassos da história da dramaturgia brasileira, tendo arrecadação menor que “Xuxa em: O Mistério de Feiurinha”, que tem público-alvo bem menor. Em uma enquete feita pela ANCINE e pela Academia Brasileira de Cinema mostra que o filme “Lula” recebeu 1% dos votos para representar o Brasil no Oscar. De 130 mil votos, 70% votaram no filme “Nosso Lar” e o filme “Chico Xavier” ficou em segundo lugar. Mas é Brasil, né? Só aqui que filmes com 1% de aprovação tentar concorrer ao Oscar. Política e bajulação pura e, ainda, em época de eleições. Quem sabe um dia o Brasil deixará de ser um país manipulado por uma horda de políticos criminosos. Até lá, fiquemos na esperança.

Vinte e três filmes estavam na disputa. Segue a lista abaixo com os títulos nacionais:

 

1)      “As Melhores Coisas do Mundo”

2)      “A Suprema Felicidade”

3)      “Antes Que O Mundo Acabe”

4)      “Bróder”

5)      “Carregadoras de Sonhos”

6)      “Cabeça a Prêmio”

7)      “Cinco Vezes Favela, Agora Por Nós Mesmos”

8)      “Chico Xavier”

9)      “É Proibido Fumar”

10)  “Em Teu Nome”

11)  “Hotel Atlântico”

12)  “Lula, O Filho do Brasil”

13)  “Nosso Lar”

14)  “Olhos Azuis”

15)  “Ouro Negro”

16)  “O Bem Amado”

17)  “O Grão”

18)  “Os Inquilinos”

19)  “Os Famosos E Os Duendes Da Morte”

20)  “Quincas Berro D’Água”

21)  “Reflexões De Um Liquidificador”

22)  “Sonhos Roubados”

23)  “Utopia e Barbárie”



Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 00h41
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NOSSO LAR – UM FILME PARA TODAS AS RELIGIÕES

 

Dia 06 de setembro de 2010. Estava eu no Cinema Moviecom do Buriti Shopping, em Goiânia, com mais três amigos. Fomos assistir ao filme “Nosso Lar”, um longa baseado na obra homônima psicografada por Chico Xavier através do espírito de André Luiz. O filme narra a história de André Luiz, um médico do início do século XX. Depois de morrer, a alma do médico vai parar no Umbral, que é uma espécie de purgatório. Lá, ele é resgatado depois de muito sofrimento e vai para a colônia de espíritos Nosso Lar, onde aprende sobre a vida após a morte e vários ensinamentos. André, interpretado por Renato Prieto, vai se tornando uma alma cada vez mais bondosa. Segundo a doutrina espírita, ele permanece até hoje em Nosso Lar.  Há muitos boatos de que André Luiz seja, na verdade, Oswaldo Cruz. Mas nenhum destes boatos foi confirmado pelos espíritas.

Os efeitos especiais são realmente impressionantes. Algo jamais visto antes na indústria cinematográfica nacional. É outra aposta brasileira para indicações ao Oscar 2011. Mas não pense é um filme somente para espíritas, muito pelo contrário, pode-se compreender o filme mesmo sem conhecer a doutrina espírita. Também é enfatizado o quando os espíritos sofrem ao serem separados de sua família quando morrem e sua vontade de comunicar-se com seus familiares.

Recomendo “Nosso Lar” para todos. É um filme diferente do que já foi visto no cinema brasileiro. Vamos torcer para que seja indicado ao Oscar, em 2011.

 

Veja o trailer no iSatélite TV, abaixo:

 

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Escrito por Breno Amaral (Peninha) às 22h05
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